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Boa também no pomar

Boa para o jardim, para o pomar e também para ser educada  como bonsai.Originária da América do Norte, a prunus serotina pertence a família das rosaceas e alcança um porte de ate 30 metros de altura. Prefere  climas amenos  e exige boa luminosidade, devendo ficar sob sol pleno.

O solo ideal para seu cultivo é o sílico-argiloso e rico em materia organica. Embora seja uma planta rústica, é recomendável enriquecer o solo com um fertilizante rico em potássio, torta de mamona ou NPK.

A cerejeira-preta propaga-se por sementes, colhidas no outono e o plantio deve se dar na primavera, com as mudas já formadas. Durante o inicio do crescimento da muda as regras devem ser frequentes. No verão surgem as flores brancas que nascem agrupadas em cachos. Os frutos são comestíveis e de sabor bastante agradáveis.

As cerejeiras-pretas devem ser cultivadas como espécie isolada, em um jardim espaçoso.. Seu porte majestoso e seu facil cultivo são as principais caracteristicas desta árvore que fornece belas flores e frutos bem gostosos.

Além de ficar muito bem em projetos paisagísticos, a cerejeira-preta é uma boa frutífera para ser educada como bonsai.

Algumas dicas de plantio

As frutas devem ser colhidas no momento adequado, segundo a sua espécie, segundo a sua variedade e a utilização prevista. A maior parte delas podem amadurecer na planta e então serem consumidas. Outras necessitam serem colhidas de vez para terminarem a maturação – como por exemplo é o caso da banana. Qualquer que seja o caso, os frutos devem ser colhidos na época apropriada de maturação, de modo a se conseguir o melhor aroma e o melhor sabor. As diferentes espécies de fruteiras e suas variedades apresentam colheitas em diferentes épocas do ano. Assim, numa propriedade poderiam ser cultivados, é claro, respeitando-se as limitações de área:

Espécie
Podas de
Propagação
Adubação
Clima
Colheita
Abacate

Persea americana

Família: Lauráceas

Altura.: até 12 m

Espaçamento: 6m

formação e limpeza

Borbulhia, Enxertia, garfagem

10 lt. Esterco; 300 gr.
Far.Osso;

300 gr. T.Mamona

Subtropical Fevereiro

a Abril

Abacaxi

Ananas comosus

Família: Bromeliaceas

Altura.:até 1m

Espaçamento: 2 x 2

não Por filhotes em qualquer época do ano 5 ltr Esterco; 100 gr F.Osso; 100 gr T.Mamona Tropical Janeiro aFevereiro

Abiu

Pouteria caimito

Familia: Sapotacea

Altura.: até 10m

Espaçamento: 6m

limpeza sementia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical a partir do 2o. ano após o plantio
Acerola

Malpighia glabra

Familia: Malpigiaceas

Altura.: até 5m

Espaçamento: 3m

formação sementia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical e

Subtropical

Novembro a Janeiro
Amora

Morus Nigra caimito Familia: Sapotacea

Altura.: até 10m

Espaçamento

limpeza estaquia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr;. T.Mamona Quente Novembro a Janeiro
Banana

Musa spp

Família: Myrtaceas

Altura: Até 7 m

Espaçamento

não filhotes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical 12 a 16 meses após o plantio
Caqui

Diospyros kaki

Família: Ebenaceae;Altura:6 m em pomar

Espaçamento: 5m

Limpeza, formação sementes, enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Subtropical Fevereiro a Abril
Caja-Manga

Spondias mombim

Família: Anacardiaceae

Altura: até 20 m

Espaçamento

formação da copa sementes, enxertia e alporquia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical

e

Subbropical

a partir do 4o. ano após o plantio
Caju

Anacardium occidentale

Família: Anacardiaceae

Altura: até 6 m

Espaçamento: 7 x 7

Formação de copa e de limpeza sementes ou enxertia 20 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical

e

Subbropical

Julho a janeiro a partir do 3º ano do plantio
Carambola

Averroa carambola

Família: Oxalidaceae

Altura: até 7m

Espaçamento: 2 x 2

formação de ramos em excesso sementes 5 ltr Esterco; 100 gr Far.Osso; 100 gr T.Mamona Temperado

e

Tropical

em dezembro a partir do 3º de plantio
Ciriguela

Spondias purpurea

Família: AnacardiaceaeAltura:: até 5m

Espaçamento: 7 x 7

formação sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical
Coco

Cocos nucifera

Família: Palmaceae

Altura: até 7m

Espaçamento: 5m

não sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente e Úmido o ano todo
Figo

Ficus carica

Família:Moraceas

Altura: até 4 m

Espaçamento: 2m

formação e frutificação

estacas de 40 a 60cm dos ramos 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Subtropical Dezembro a Abril
Fruta do Conde

Annonna squamosa

Família: Annonaceae

Altura: até 6 m

Espaçamento: 5 x 5

limpeza sementes ou enxertia por garfagem 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical Fevereiro a Junho a partir do 4 ano de plantio
Goiaba

Psidium guajava

Família: Myrtaceae

Altura: até 10m.

Espaçamento: 7 x 7

formação, limpeza e frutificação sementes, estaquia ou enxertia por borbulhia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical e Subtropical Abril a Junho e Novembro a Fevereiro
Graviola

Anona muricata

Família: Myrtaceae

Altura: até 10m.

Espaçamento: 7 x 7

formação e limpeza sementes, estaquia ou enxertia por garfagem 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente e Úmido o ano inteiro a partir do 4º ano de plantio
Jaca

Artocarpus heterophyllus

Família:Moraceae

Altura.: de 20 até 25m

Espaçamento: 10 x 10

não sementes, encostia- 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Subtropical
Jabuticaba

Myrciaria cauliflora

Família: Myrtaceae

Altura: até 6 m

Espaçamento: 8 x 8

formação sementes, estaquia, enxertia, alporquia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical e Subtropical Setembro a Dezembro a partir do 6º ano de plantio
Jambo

Eugenia jambosa

Família: Myrtaceae

Altura.: até 15 m

Espaçamento: 6 x 6

formação sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical e Subtropical a partir do 4º ano de plantio
Jenipapo

Genipa americana

Família: rubiaceae

Altura: 20 m

Espaçamento: 10 x 10

não sementes, enxertia, borbulhia, garfagem 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical e Subtropical Setembro a Março
Lichia

Litchi chinensis

Família: sapindaceas

Altura: 12 m

Espaçamento: 4 x 4

formação e limpeza após colheita sementes, enxertia e alporquia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical Novembro a Janeiro
Laranja

Citrus

Família: Rutáceas

Altura.: até 10m

Espaçamento: 5 x 5

formação e limpeza sementes, enxerto por borbulhia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical úmido Setembro a Março
Limão

Citrus

Família: Rutáceas

Altura.: até 10m

Espaçamento 6m

formação e limpeza sementes e enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical úmido Janeiro a Abril
Kiwi

Actinidia Chinensis

Família: Rutáceas

Altura.: trepadeira

Espaçamento 4m

formação e frutificação sementes e enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente e Úmido 3 a 4º ano após o plantio
Mamão

Carica papaia

Família: Caricaceae
Altura.: até 8m

Espaçamento 2m

desbaste sementes 5 ltr Esterco; 100 gr Far.Osso; 100 gr T.Mamona Tropical o ano todo
Manga

Mangifera indica

Familia: amacardiaceae

Altura: até 10m

Espaçamento: 8 x 8

não enxertia por garfagem 5 ltr Esterco; 100 gr Far.Osso; 100 gr T.Mamona Tropical a partir do 2º ano de plantio
Mangostão

Garcinia mangostana

Família: Gutiferas

Altura: trepadeira

Espaçamento: 12m

limpeza enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical, quente e úmido Dezembro a Janeiro
Maracujá

Passiflora spp

Família: Passifloraceae

Altura: trepadeira

Altura: trepadeira

Espaçamento: 6m

limpeza sementes 5 ltr Esterco; 100 gr Far.Osso; 100 gr T.Mamona Tropical o ano inteiro
Melancia

Citrullus vulgaris

Familia: cucurbitáceas

Altura: rasteira

Espaçamento: 4m

frutos defeituosos sementes, 3 a 4 por cova 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente e úmido
Melão

Cucumis melo

Familia: cucurbitaceas

Altura: rasteira

brotos laterais sementes, 3 a 4 por cova, a 5 cm de profundidade 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente e seco
Morango

Fragaria L

Familia: rosaceas

Altura: rasteira

não estacas e sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Ameno 60 a 80 dias após plantio
Nectarina

Prunus persica

Família: Rosaceae

Altura: até 8m

Espaçamento: 3m

formação e frutificação estacas e sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Temperado Novembro a Dezembro
Nêspera

Eriobotrya japonica

Família: Rosaceae

Altura: até 8m

Espaçamento: 3m

de formação, limpeza semente ou enxertia por garfagem 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Ameno Maio a Outubro
Pêra

Pyrus communis

Familia: rosaceasAltura: até 15m

Espaçamento: 6m

formação enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Temperado a partir do 5º ano de plantio
Pêssego

Prunus persica

Família:
Rosaceae

Altura: até 8m

Espaçamento: 6m

formação e frutificação estacas ou sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Temperado Agosto a Março
Pitanga

Eugenia uniflora


Família:
Myrtaceae

Altura: até 12m

não sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical Outubro a Janeiro
Pitomba

Eugenia Luschnathiana

Família: Myrtaceae

Altura: até 12m

Espaçamento:

sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical e Subtropical Janeiro a Abril
Romã

Punica granatum

Família: punicaceas

Altura: até 5m

Espaçamento:5m

formação sementes ou enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente Novembro
Sapoti

Manilkara zapota

Família: Sapotaceae

Altura: até 15m

Espaçamento: 8m

enxertia, garfagem por borbulhia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical
Tamarindo

Tamarindus indica

Família: Leguminosas

Altura: até 25m

Espaçamento: 12m

formação sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente e úmido Julho a Agosto
Tangerina

Citrus reticulata

Família: Rutáceas

Altura: até 10m

Espaçamento: 6 x 4

formação e frutificação enxertia, garfagem por borbulhia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical úmido e Subtropical
Umbu

Spondias tuberosa

Família: anacafdiaceas

Altura: até 6 m

Espaçamento: 12m

formação e limpeza sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical

Dezembro a Março

Uva

Citrus reticulata

Família: Vitáceas

Altura: trepadeira

formação e frutificação sementes, estaquia, enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Ameno Novembro a Março

Aplicando Adubos Químicos no Pomar

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Prefira a época que procede a brotação intensa da primavera.Empregue adubos em sulcos produzidos por arados, caso seja possível, tangenciando as projeções das copas. Em terrenos planos ou pouco inclinados, devemos sulcar nos dois lados da fileira ou em caso de terreno inclinado sulca-se apenas um lado. Podemos fazer uma coroa ao redor da planta.

Os sulcos deverão ter, pelo menos, 25cm de profundidade, para evitar que os fertilizantes forcem as raízes muito para a superfície do solo, expondo-as à injúria durante os cultivos.

Os adubos químicos deverão ser misturados com a terra no fundo do sulco para não reagirem demasiadamente com o esterco, pois iria com isto expulsar grande parte do azoto existente nele. Este será colocado depois por cima e também misturado ou senão separado da parte inferior por uma pequena camada de terra.

Uma vez terminado, cobre-se todo o sulco, dando-se uma formato de bacia.

O Plantio – parte II

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O plantio do abacate merece um cuidado especial porque suas mudas são sensíveis às queimaduras causadas pelo sol no seu tronco, proximo ao solo. O ideal é fazer uma proteção com o proprio material de revestimento da muda. Não utilizar também para proteger a terra em redor da muda  capim ou palha.

O plantio do abacate merece um cuidado especial porque suas mudas são sensíveis às queimaduras causadas pelo sol no seu tronco, proximo ao solo. O ideal é fazer uma proteção com o proprio material de revestimento da muda. Não utilizar também para proteger a terra em redor da muda capim ou palha.

Depois da  limpeza e aradura, mais ou menos produnda do terreno, abrem-se as covas.

Feita a cova, deverá ser feita uma boa adubação orgânica, usando-se esterco de curral bem decomposto e bem curtido, porque, em caso contrário, a muda sofrerá com o calor da fermentação do estêrco, principalmente se as covas não são feitas com antecedência de um mínimo de 2 meses.

No ato do plantio, não se deve dispensar o calcamento por cima da cova, colocando terra em perfeito contato com as raízes das mudas. Deve-se então, após o plantio, tutorá-las colocando uma estaca de bambu ou outro material qualquer. Tomando-se esses cuidados, mantém-se a planta em posição vertical. Devemos colocar  esterco, misturando-o  fora da cova com a terra da superfície,  e depois colocando para dentro da cova, a referida terra,  até ao meio, dando uma leve pisada, a fim de que possa acamar um pouco.

Terminado o trabalho de plantio, faz-se uma bacia de irrigação ao redor da muda. Para isso, a terra dos lados da planta é puxada com uma enxada, de modo a formar um círculo mais alto que o terreno vizinho. a cerca de 50 cm do tronco da muda o qual servirá para reter a água utilizada na irrigação.

Na sequencia,  segue a cobertura do solo dentro dessa bacia de irrigação, com capim, palha de arroz ou qualquer outro material que o proteja de evaporação excessiva.  Em seguida, faz-se a irrigação abundante que deverá se repetir sempre que necessário até que a muda pegue.

Uma vez iniciada a brotação da muda, deve-se fazer as adubações em cobertura,  dependendo do porte da espécie, repetidas quatro vezes a cada 45 dias aproximadamente, enquanto houver umidade no solo.

Adubando o Pomar

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Calagem é uma etapa do preparo do solo para cultivo na qual se aplica calcário com os objetivos de elevar os teores de cálcio e magnésio, neutralização do alumínio trivalente (elemento tóxico para as plantas) e corrigir o pH do solo, para um desenvolvimento satisfatório das culturas.

Calagem é uma etapa do preparo do solo para cultivo na qual se aplica calcário com os objetivos de elevar os teores de cálcio e magnésio, neutralização do alumínio trivalente (elemento tóxico para as plantas) e corrigir o pH do solo, para um desenvolvimento satisfatório das culturas. A vida biologica do solo é ativada pela presença de calcio. As bacterias desenvolvem-se e decompõem a matéria organica que se transforma em humus, e posteriormente em minerais.

Um pomar racionalmente cuidado, leva três tipos de adubações: química, orgânica e adubação verde. Na formação do pomar, deve-se fazer a  adubação de plantio.
Durante o período em que começa a produzir, há a necessidade da aplicação de outro tipo de adubação, que é o de vegetação ou crescimento, cuja finalidade é desenvolver a parte vegetativa, aumentando a copa para que possa ter uma maior área de frutificação. Essa adubação deve ser orgânica.


A ADUBAÇÃO DE PLANTIO

As covas deverão ser adubadas com fertilizantes em quantidades que vão variar de acordo com a espécie e com a fertilidade do solo, o qua  deverá ser previamente analisado. Em linhas gerais, faça a adubação, por cova, da seguinte maneira:

  • -Esterco de curral 20 litros ou esterco de galinha, 5 litros ou torta de mamona 1,5 quilo
    -Cal dolomítico 450g a 1.0 kg gramas fosfato pouco solúvel 1000 gramas (16-18%P2O5)
    -Cloreto de potássio 150 gramas e FTE BR-9 30 gramas
Em solos que apresentarem acidez, além da calagem aplicada em área total, pode-se aplicar de 200 a 300 gramas de calcário dolomítico no fundo de cada cova ou sulco. Feita a adubação, aguardar 30 a 60 dias para iniciar o plantio.

Preparando o Lugar de Plantio

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O local  para implementação do pomar deve ser preparado cuidadosamente através de arações e gradagens, de modo a deixá-lo revolvido e destorroado. Deve ser  feita uma aração profunda e duas gradeações cruzadas.

No entanto, antes mesmo de fazer o preparo do solo, é necessário fazer uma análise do solo,  e,  com base nessa análise, seja calculada a quantidade de corretivos e fertilizantes que deverá ser usados.

A adubação constitui um excelente fator que pode e deve ser usado pelo agricultor para ter, sempre, a terra em condições desejáveis de fertilidade. Veja alguns passos importantes na preparação do solo para o plantio:

  • Fazer a aração e gradagem do solo;
  • Fazer análise do solo  e com base nessa análise  fazer a correção (fertilizantes, corretivos e/ou cal dolomítico).
  • Abrir covas de 60cm x 60cm x 60cm. Para as espécies que são plantadas a menos de 6 metros um pé do outro, pode-se reduzir essas dimensões até o mínimo de 30cm de largura por 30cm de profundidade (bananeira). No entanto, um melhor preparo do terreno consiste em se sulcar o solo seguindo as curvas de nível, nos espaçamentos indicados entre as linhas das plantas e, nesses sulcos, preparar as covas que receberão as mudas, nos intervalos indicados para cada espécie.
  • Recomenda-se que a terra retirada da superfície da cova seja colocada de um lado e a da porção mais profunda de um outro lado. A elas são misturados fertilizantes químicos e orgânicos e então a cova é preenchida, invertendo-se as camadas: primeiro faz-se o enchimento com a terra retirada da superfície para completar, depois com a terra originária do fundo.

Espaçando as Frutíferas

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Originária da China onde é considerada a fruta nacional, a lichieira e uma árvore subtropical com ate 12 metros de altura e de grande longevidade.   Em muitos países e considerada a rainha das frutas.  A colheita ocorre de novembro e janeiro, atendendo o mercado na época das festas natalinas, quando a procura e o preço são maiores.    Devido ao seu belo porte, atraente formato, folhas verde escuro e permanentes e principalmente devido a beleza da frutificação a lichieira é a árvore favorita para os jardins de residência no Hawaii, Callifórnia, San Francisco, Los Angeles, Monterey, Alhambra, etc.   Os frutos produzem em cachos, a casca é rugosa e de cor vermelha e fácil de ser destacada.  A polpa é gelatinosa, translúcida sucosa e de excelente sabor, lembrando ao de uva itália e não é aderente ao caroço.   Se presta para consumo ao natural, para a fabricação de sucos, compostas e ainda para a passa.  A rusticidade da lichieira a torna bastante resistente a doenças. Quanto às pragas, eventualmente podem ocorrer brocas de tronco, ácaros e abelhas nos frutos.

Originária da China onde é considerada a fruta nacional, a lichieira e uma árvore subtropical com ate 12 metros de altura e de grande longevidade. Em muitos países e considerada a rainha das frutas. A colheita ocorre de novembro e janeiro, atendendo o mercado na época das festas natalinas, quando a procura e o preço são maiores. Devido ao seu belo porte, atraente formato, folhas verde escuro e permanentes e principalmente devido a beleza da frutificação a lichieira é a árvore favorita para os jardins de residência no Hawaii, Callifórnia, San Francisco, Los Angeles, Monterey, Alhambra, etc. Os frutos produzem em cachos, a casca é rugosa e de cor vermelha e fácil de ser destacada. A polpa é gelatinosa, translúcida sucosa e de excelente sabor, lembrando ao de uva itália e não é aderente ao caroço. Se presta para consumo ao natural, para a fabricação de sucos, compostas e ainda para a passa. A rusticidade da lichieira a torna bastante resistente a doenças. Quanto às pragas, eventualmente podem ocorrer brocas de tronco, ácaros e abelhas nos frutos.

Dando uma recaptulada sobre o efeito do clima nas frutíferas, dizíamos que podemos ter frutas de clima temperado, tropical e subtropical.

As frutas de  clima temperado não se desenvolvem adequadamente em regiões tropicais de temperatura média anual superior a 22°C. As principais são a ameixa,  a ameixa-japonesa,  a cereja doce,  o damasco, a framboesa,  a maçã,  a  nogueira-européia,  a pêra, a uva-americana e a uva-européia porque são de enorme adaptabilidade.

As de clima Tropical são as sensíveis ao frio, como exemplo demos o maracujá, mamão,  abacaxi, dentre outros.

Quanto às  frutas de clima subtropical, estas tem exigências intermediárias  entre as duas outras, ou seja,  as de clima temperado e as de clima tropical.

Algumas espécies  perdem as folhas no inverno enquanto que outras permanecem sempre verde.

O número de fruteiras que serão plantadas, dependerá da quantidade de frutas necessárias para o consumo da família, ou para a comercialização.

Nesse ultimo caso, deve-se considerar as necessidades de espaçamento da espécie escolhida.

Assim, veja uma pequena dica de espaçamento de algumas frutíferas:

ABACATE- Persea americana -Família: Lauráceas – 6 metros; ABACAXI – Ananas comosus -Família: bromeliaceas – 0,30 x0,40 x 1,50(¹); BANANA – Musa spp – Família: Musaceae – 5 x 5; CAQUI – Diospyros kaki -Família: Ebenaceae -6 x 6metros; CAJA-MANGA – Spondias mombim – Família: Anacardiaceae -10 x 10 metros; CAJU – Anacardium occidentale – Família: Anacardiaceae – 7 x 7 metros; CARAMBOLA – Averroa carambola -Família: Oxalidaceae -6 metros; CIRIGUELA – Spondias purpurea -Família: Anacardiaceae – 7 x 7; FIGO – ficus carica -Família: Moraceae – 3m; FRUTADO CONDE – Annonn squamosa – Família: Annonaceae – 5 x 5; GOIABA – Psidium guajava Família: Myrtaceae – 7 x 7; JACA – Artocarpus heterophyllus -Família: Moraceae – 10x 10; JABUTICABA – Myrciaria cauliflora -Família: Myrtaceae – 8×8; JAMBO – Eugenia jambosa -Família: Myrtaceae – 6 x 6;JENIPAPO – Genipa americana-Família: Rubiaceae-10 x 10; ABACATE – Persea americana– Família: Lauraceae-10 x 10; LARANJA, LIMÃO -Família: Rutaceas – 6 x 6; MAMÃO – Carica papaia -Família: Caricaceae- 3 x 3; MANGA – Mangifera indica -Família: Anacardiaceae- 8 x 8; MARACUJÁ – Passiflora spp -Família: Passifloraceae – 5 x 2; PÊSSEGO – Prunus persica -Família: Rosaceae – 7 x 5; PITANGA – Eugeniauniflora -Família: Myrtaceae- 5 x 5; PITOMBA – Eugenia Luschnathiana -Família: Myrtaceae- 8 x 8; SAPOTI – Manilkara zapota -Família: Sapotaceae – 8 x 8; TANGERINA – Citrus reticulata -Família: rutaceae 5 x 5; UVA – Vittis spp – Família: Vitaceae – 4 x 4.