Algumas dicas de plantio

As frutas devem ser colhidas no momento adequado, segundo a sua espécie, segundo a sua variedade e a utilização prevista. A maior parte delas podem amadurecer na planta e então serem consumidas. Outras necessitam serem colhidas de vez para terminarem a maturação – como por exemplo é o caso da banana. Qualquer que seja o caso, os frutos devem ser colhidos na época apropriada de maturação, de modo a se conseguir o melhor aroma e o melhor sabor. As diferentes espécies de fruteiras e suas variedades apresentam colheitas em diferentes épocas do ano. Assim, numa propriedade poderiam ser cultivados, é claro, respeitando-se as limitações de área:

Espécie
Podas de
Propagação
Adubação
Clima
Colheita
Abacate

Persea americana

Família: Lauráceas

Altura.: até 12 m

Espaçamento: 6m

formação e limpeza

Borbulhia, Enxertia, garfagem

10 lt. Esterco; 300 gr.
Far.Osso;

300 gr. T.Mamona

Subtropical Fevereiro

a Abril

Abacaxi

Ananas comosus

Família: Bromeliaceas

Altura.:até 1m

Espaçamento: 2 x 2

não Por filhotes em qualquer época do ano 5 ltr Esterco; 100 gr F.Osso; 100 gr T.Mamona Tropical Janeiro aFevereiro

Abiu

Pouteria caimito

Familia: Sapotacea

Altura.: até 10m

Espaçamento: 6m

limpeza sementia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical a partir do 2o. ano após o plantio
Acerola

Malpighia glabra

Familia: Malpigiaceas

Altura.: até 5m

Espaçamento: 3m

formação sementia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical e

Subtropical

Novembro a Janeiro
Amora

Morus Nigra caimito Familia: Sapotacea

Altura.: até 10m

Espaçamento

limpeza estaquia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr;. T.Mamona Quente Novembro a Janeiro
Banana

Musa spp

Família: Myrtaceas

Altura: Até 7 m

Espaçamento

não filhotes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical 12 a 16 meses após o plantio
Caqui

Diospyros kaki

Família: Ebenaceae;Altura:6 m em pomar

Espaçamento: 5m

Limpeza, formação sementes, enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Subtropical Fevereiro a Abril
Caja-Manga

Spondias mombim

Família: Anacardiaceae

Altura: até 20 m

Espaçamento

formação da copa sementes, enxertia e alporquia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical

e

Subbropical

a partir do 4o. ano após o plantio
Caju

Anacardium occidentale

Família: Anacardiaceae

Altura: até 6 m

Espaçamento: 7 x 7

Formação de copa e de limpeza sementes ou enxertia 20 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical

e

Subbropical

Julho a janeiro a partir do 3º ano do plantio
Carambola

Averroa carambola

Família: Oxalidaceae

Altura: até 7m

Espaçamento: 2 x 2

formação de ramos em excesso sementes 5 ltr Esterco; 100 gr Far.Osso; 100 gr T.Mamona Temperado

e

Tropical

em dezembro a partir do 3º de plantio
Ciriguela

Spondias purpurea

Família: AnacardiaceaeAltura:: até 5m

Espaçamento: 7 x 7

formação sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical
Coco

Cocos nucifera

Família: Palmaceae

Altura: até 7m

Espaçamento: 5m

não sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente e Úmido o ano todo
Figo

Ficus carica

Família:Moraceas

Altura: até 4 m

Espaçamento: 2m

formação e frutificação

estacas de 40 a 60cm dos ramos 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Subtropical Dezembro a Abril
Fruta do Conde

Annonna squamosa

Família: Annonaceae

Altura: até 6 m

Espaçamento: 5 x 5

limpeza sementes ou enxertia por garfagem 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical Fevereiro a Junho a partir do 4 ano de plantio
Goiaba

Psidium guajava

Família: Myrtaceae

Altura: até 10m.

Espaçamento: 7 x 7

formação, limpeza e frutificação sementes, estaquia ou enxertia por borbulhia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical e Subtropical Abril a Junho e Novembro a Fevereiro
Graviola

Anona muricata

Família: Myrtaceae

Altura: até 10m.

Espaçamento: 7 x 7

formação e limpeza sementes, estaquia ou enxertia por garfagem 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente e Úmido o ano inteiro a partir do 4º ano de plantio
Jaca

Artocarpus heterophyllus

Família:Moraceae

Altura.: de 20 até 25m

Espaçamento: 10 x 10

não sementes, encostia- 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Subtropical
Jabuticaba

Myrciaria cauliflora

Família: Myrtaceae

Altura: até 6 m

Espaçamento: 8 x 8

formação sementes, estaquia, enxertia, alporquia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical e Subtropical Setembro a Dezembro a partir do 6º ano de plantio
Jambo

Eugenia jambosa

Família: Myrtaceae

Altura.: até 15 m

Espaçamento: 6 x 6

formação sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical e Subtropical a partir do 4º ano de plantio
Jenipapo

Genipa americana

Família: rubiaceae

Altura: 20 m

Espaçamento: 10 x 10

não sementes, enxertia, borbulhia, garfagem 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical e Subtropical Setembro a Março
Lichia

Litchi chinensis

Família: sapindaceas

Altura: 12 m

Espaçamento: 4 x 4

formação e limpeza após colheita sementes, enxertia e alporquia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical Novembro a Janeiro
Laranja

Citrus

Família: Rutáceas

Altura.: até 10m

Espaçamento: 5 x 5

formação e limpeza sementes, enxerto por borbulhia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical úmido Setembro a Março
Limão

Citrus

Família: Rutáceas

Altura.: até 10m

Espaçamento 6m

formação e limpeza sementes e enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical úmido Janeiro a Abril
Kiwi

Actinidia Chinensis

Família: Rutáceas

Altura.: trepadeira

Espaçamento 4m

formação e frutificação sementes e enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente e Úmido 3 a 4º ano após o plantio
Mamão

Carica papaia

Família: Caricaceae
Altura.: até 8m

Espaçamento 2m

desbaste sementes 5 ltr Esterco; 100 gr Far.Osso; 100 gr T.Mamona Tropical o ano todo
Manga

Mangifera indica

Familia: amacardiaceae

Altura: até 10m

Espaçamento: 8 x 8

não enxertia por garfagem 5 ltr Esterco; 100 gr Far.Osso; 100 gr T.Mamona Tropical a partir do 2º ano de plantio
Mangostão

Garcinia mangostana

Família: Gutiferas

Altura: trepadeira

Espaçamento: 12m

limpeza enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical, quente e úmido Dezembro a Janeiro
Maracujá

Passiflora spp

Família: Passifloraceae

Altura: trepadeira

Altura: trepadeira

Espaçamento: 6m

limpeza sementes 5 ltr Esterco; 100 gr Far.Osso; 100 gr T.Mamona Tropical o ano inteiro
Melancia

Citrullus vulgaris

Familia: cucurbitáceas

Altura: rasteira

Espaçamento: 4m

frutos defeituosos sementes, 3 a 4 por cova 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente e úmido
Melão

Cucumis melo

Familia: cucurbitaceas

Altura: rasteira

brotos laterais sementes, 3 a 4 por cova, a 5 cm de profundidade 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente e seco
Morango

Fragaria L

Familia: rosaceas

Altura: rasteira

não estacas e sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Ameno 60 a 80 dias após plantio
Nectarina

Prunus persica

Família: Rosaceae

Altura: até 8m

Espaçamento: 3m

formação e frutificação estacas e sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Temperado Novembro a Dezembro
Nêspera

Eriobotrya japonica

Família: Rosaceae

Altura: até 8m

Espaçamento: 3m

de formação, limpeza semente ou enxertia por garfagem 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Ameno Maio a Outubro
Pêra

Pyrus communis

Familia: rosaceasAltura: até 15m

Espaçamento: 6m

formação enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Temperado a partir do 5º ano de plantio
Pêssego

Prunus persica

Família:
Rosaceae

Altura: até 8m

Espaçamento: 6m

formação e frutificação estacas ou sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Temperado Agosto a Março
Pitanga

Eugenia uniflora


Família:
Myrtaceae

Altura: até 12m

não sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical Outubro a Janeiro
Pitomba

Eugenia Luschnathiana

Família: Myrtaceae

Altura: até 12m

Espaçamento:

sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical e Subtropical Janeiro a Abril
Romã

Punica granatum

Família: punicaceas

Altura: até 5m

Espaçamento:5m

formação sementes ou enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente Novembro
Sapoti

Manilkara zapota

Família: Sapotaceae

Altura: até 15m

Espaçamento: 8m

enxertia, garfagem por borbulhia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical
Tamarindo

Tamarindus indica

Família: Leguminosas

Altura: até 25m

Espaçamento: 12m

formação sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Quente e úmido Julho a Agosto
Tangerina

Citrus reticulata

Família: Rutáceas

Altura: até 10m

Espaçamento: 6 x 4

formação e frutificação enxertia, garfagem por borbulhia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical úmido e Subtropical
Umbu

Spondias tuberosa

Família: anacafdiaceas

Altura: até 6 m

Espaçamento: 12m

formação e limpeza sementes 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Tropical

Dezembro a Março

Uva

Citrus reticulata

Família: Vitáceas

Altura: trepadeira

formação e frutificação sementes, estaquia, enxertia 10 lt. Esterco; 300 gr. Far.Osso; 300 gr. T.Mamona Ameno Novembro a Março
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As safras das frutas

Tão variada quanto o tipo e o sabor das frutas, é também a época da safra de cada uma.  As   diferentes espécies de fruteiras e suas variedades  apresentam colheitas em diferentes épocas do ano. É possível, durante o ano inteiro, usufruir o sabor de cada mês, como pode-se ver na tabela abaixo:

O Sabor do Mês!
FRUTA MÊS LOCALIDADE
Abacaxi Janeiro a Março Paraíba e Minas Gerais
Açaí Setembro a Novembro Pará, Amazonas, Acre, Amapá e Maranhão
Acerola Janeiro a Junho Pernambuco, Bahia, RN e Paraíba
Banana Abril a Dezembro Bahia, S.Paulo, S.Catarina, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rondônia e Amazônia
Caju Setembro a Janeiro Bahia, Ceará, RN, Piauí
Caqui Fevereiro a Abril S.Paulo, RS, Paraná, Minas Gerais
Carambola Dezembro a Fevereiro Pernambuco, Maranhão, Piauí
Cupuaçu Novembro a Maio Pará, Maranhão, Amazonas
Graviola Agosto a Outubro Ceará, Piauí, RN
Jaca Outubro a Abril Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí
Jambo Novembro a Fevereiro Amazonas, Maranhão, Pará
Manga Outubro a Fevereiro Bahia, Ceará, Paraiba, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Minas Gerais, S.Paulo
Melancia Junho a Setembro Bahia, Goiás, Mato Grosso, Pernambuco, S.Paulo
Pitanga Junho a Agosto Bahia, Pernambuco, RN
Tangerina Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Sergipe, S.Paulo
Umbu Dezembro a Fevereiro Bahia e Pernambuco

Fonte: http://www.cantoverde.org

A Colheita dos frutos do Pomar

O Caju é uma fruta de sabor agradabilíssimo, além de fonte de vitamina C, mais rico em ácido ascórbico que o limão e a laranja. O verdadeiro fruto do caju é a preciosa castanha. A polpa do caju contém hidratos de carbono, proteínas, gorduas e água. Seu suco contém boa quantidade de fósforo, cálcio e ferro.

O Caju é uma fruta de sabor agradabilíssimo, além de fonte de vitamina C, mais rico em ácido ascórbico que o limão e a laranja. O verdadeiro fruto do caju é a preciosa castanha. A polpa do caju contém hidratos de carbono, proteínas, gorduas e água. Seu suco contém boa quantidade de fósforo, cálcio e ferro.

A maior parte dos frutos podem amadurecer na planta, outros necessitam ser colhidos de vez para terminarem a maturação em casa (banana). Qualquer que seja o caso, o importante é que sejam colhidos na época apropriada de maturação, de forma a se conseguir o melhor aroma e sabor e a adequada conservação, quando isso for necessário.

CAUSAS QUE DETERMINAM A QUEDA DOS FRUTOS

Inúmeros são os fatores determinantes da queda dos frutos e das flores das árvores frutíferas. Uma atenta investigação local permitirá o diagnóstico do problema. De um modo geral, os fatores que concorrem para a queda das flores e/ou frutos são:

– Falta ou excesso de umidade – ausência de umidade é responsável pela redução da produção e concorre diretamente para a queda dos frutos. O excesso de água no solo é tão prejudicial ou mais do que a falta. Nos terrenos encharcados as folhas amarelecem e os frutos se desprendem devido à asfixia das raízes.

– Ação dos ventos – os ventos produzem pela sua intensidade a queda dos frutos. Podem-se evitar essas correntes aéreas construindo-se quebra-ventos.

– Mudança brusca das condições climáticas

– Fatores hereditários

– Solos Impróprios – cada planta apresenta exigências definidas para um determinado tipo de solo. Se a composição química e física for desfavorável, não se poderão esperar colheitas abundantes.

– Cargas excessivas

– Plantas de primeira floração

– Ataques de pragas e moléstias;

– Solos esgotados

– Falta de polinização

– Falta de afinidade na enxertia – o conhecimento desse assunto é importante para que se possa garantir constante produtividade das plantas. Ao se enxertar, deve-se tomar cavalo e cavaleiro pertencenes à mesma espécie.

– Ausência de luz – nenhum vegetal consegue florescer abundantemente à sombra. É para evitar esses inconvenientes que se estabeleceu em fruticultura um espaçamento adequado a cada espécie.

Propagando frutíferas por Estaquia

A propagação de mudas por Estaquias, consiste em plantar um ramo que cria raízes próprias, transformando-se em nova árvore ou arbusto, em tudo semelhante à planta de origem. É muito utilizado para propagar trepadeiras e algumas árvores mais rústicas como por exemplo a amora.

Cortam-se pedaços de 15 a 40 cm de comprimento e de meio a dois centpimetros de diâmetro. As estacas são cortadas com tesoura de poda, em forma de bisel e as folhas e espinhos são retirados, deixando apenas 3 ou 4, cortadas ao meio. É recomendável molhar a ponta de cada ramo em hormônio enraizador antes do plantio.  Podem ser enraizadas em caixotes ou sacos de plásticos com terra comum de jardim e plantadas em local definitivo após  seu desenvolvimento. No caso do plantio de árvore, deixe o ramo nú.

Propagando frutíferas por Mergulhia

O morango é uma fruta que por ser rasteiro, se propaga facilmente por esse método.

O morango é uma fruta que por ser rasteiro, se propaga facilmente por esse método.

MERGULHO – É bastante simples. Consiste em enterrar um ramo à terra para que crie raizes próprias. Depois que o ramo desenvolver a raiz pode ser cortado da árvore mãe.   Dessa forma está feita  a nova muda.

Propagando frutíferas por Borbulhia e Encostia


É o método de enxêrtia mais comum, feito com uma gema ou “olho” destacado do ramo com certa porção de casca. O pedaço da casca retirado para o enxêrto pode ter a forma triangular, quadrangular ou irregular, embora se use mais a forma aproximada de um triângulo.

Utiliza-se como enxerto a gema  do ramo que se quer cultivar, fixando-a no porta-enxerto:

  • Abra um corte no cavalo em forma de T invertido.
  • Retire a gema da espécie que quer propagar.
  • Acomode a gema com cuidado, no corte em “T” do cavalo e amarre bem os dois com fitilho plástico. É necessário cobrir bem a gema para evitar o surgimento de pragas ou doenças.

Quinze dias após, entorte a ponta do cavalo para que o enxerto cresça reto. O enxerto por borbulhia deve ser feito na primavera para as frutíferas tropicais e no inverno para as temperadas.  As brotações posteriores do porta-enxerto devem ser eliminadas, mantendo apenas o enxertado.

ENCOSTIA – esse método é um dos processos mais simples de enxertia. Consiste em unir o porta-enxêrto e a estaca da planta a ser propagada. Basta fazer um corte lateral nas duas partes e juntá-las, amarrando um fitilho para que ocorra a união dos tecidos. Esse método é também conhecido como o  inglês-simples. É importante deixar algumas folhas quando cortar a ponta do cavalo. É importante também unir casca com casca para favorecer a “solda”. Depois que a planta já estiver “soldada” no cavalo, com algumas folhas, o fitilho poe ser retirado.

Fonte: http://www.cantoverde.org

Propagando frutíferas por Garfagem

Uma outra maneira de propagação por enxertia é a Garfagem.

propagação por garfagem

Esse método consiste na colocação de um ramo sobre o cavalo, o que pode ser feito na lateral, sob a casca, de topo e de justaposição. (veja a ilustração). O objetivo é promover a “solda” entre o porta-enxerto e o cavaleiro.

Neste caso, a ponta de um ramo de 5 a 10 centímeros, apresentando de duas a três gemas salientes é cortado de uma árvore, geralmente adulta, e depois enxertada no cavalo. Abre-se uma fenda em forma de “V” e a ponta do ramo em chanfro,  de modo que os dois se encaixem perfeitamente. Em seguida deve-se fazer o amarrilho com um fitilho plástico.

Deve-se proteger a estaca com um saquinho plástico transparente. Quando as folhas já estiverem desenvolvidas, devem ser transplantadas para o local definitivo.
fonte: http://www.cantoverde.org